quarta-feira, dezembro 10, 2008

Estresse, desencontros e muito trabalho

Eae galera Blz??

Comigo ta mais ou menos, especialmente considerando que é + de 1 da manha e eu to no pc e mais especificamente no meu blog...
To meio estressado com a dissertação ando comentendo erros idiotas e lapsos que nao costumo cometer isso está me tirando as forças, mas ao mesmo tempo todas essas dificuldades me parecem algo como um teste, só espero que ao final eu seja aprovado... Mas sinceramente estou com receio de cair nos mesmos erros que condenei não a muito tempo atras, mesmo assim vou tentar até o ultimo minuto cumprir todos os prazos, novamente espero que consiga mas não estou muito confiante. To meio estressado entao vou parar por aqui antes que eu escreva mais merdas.

Abraços.

sexta-feira, novembro 21, 2008

Atrasado

Eae galera blz???

Parei de postar aqui pq estou atrasado com meu mestrado ai enquanto nao colocar em dia nao tenho muito tempo... mas as aventuras continuam rolando e tem muiiiita historia pra por aqui aguardem novidades

Abraços.

quarta-feira, setembro 10, 2008

O pântano maldito

Eae pessoal?
Bom segue ai mais uma das aventuras, essa stá pouco detalhada, porque jogamos ela muito rapido, já que havia a possibilidade, do grupo não se encontrar por um bom tempo depois dela. No fim deu tudo errado pra todos, continuamos todos em Cuiabá e ainda jogamos até hoje, e continuamos arrependidos por termos explorado pouco essa aventura. Mas não adianta chorar o leite derramado, ainda estou devendo uma historia que pulei antes dessas duas, não se preocupem ela virá logo.

O Pântano Maldito

“As vezes maldição é o jeito mais fácil de explicar algo que se tem medo de enfrentar.”

Como sempre sabendo que poderíamos morrer, mas sedentos por um desafio, entramos no pântano.

O começo foi fácil e sem muita resistência, mas quanto mais entravamos no pântano mais difícil ficava o caminho, as arvores muito próximas uma das outras o terreno argiloso e as criaturas que ali viviam dificultaram muito nossa jornada.

A certa altura chegamos numa clareira e vimos dois ursos, os atacamos e sem dificuldades os derrotamos, quando estávamos saindo da clareira, um urso gigante nos atacou, era uma criatura como nunca tínhamos visto antes, tinha mais de 5 metros de altura e derrubava arvores com a facilidade de um homem arrancando uma hortaliça do solo, assustados recuamos e foi quando um ser extremamente rápido escalou e matou o urso, mais assustados ainda, vimos que o ser era o elfo Abacate.

Que nos revelou que morava por ali, e vendo que o entardecer já vinha convidou-nos a ficar na cabana dele, localizada no alto de uma arvore a alguns metros da clareira.

Ao chegarmos lá pudemos ter um vislumbre de como era o nosso anfitrião, um devoto de Obad-hai que resolveu finalmente nos contar sua historia.

Contou-nos que crescera em terras longínquas e que junto com um grupo de amigos, dedicava-se a aventuras pelas terras onde crescera, contou-nos de seus pais e de como um dos do grupo de seu pai traiu-os assim como traíra seu pai e o enviou para lá, isolou seus itens mágicos colocando-os e selando-os magicamente em locais específicos, e de como esse selo o impedia de recuperar seus itens. Contou-nos como era sua vida e me disse que assim como o anel, o colar que eu usava, eram parte dos itens dele e que ainda faltava um que ele não sabia aonde se encontrava.

Disse nos também que nossos reinos são protegidos e isolados de outros por meio de magia, que existe a muito tempo não se sabe por que, e que a “presença que me encantou e depois de libertada me agradeceu, era a alma de um mago muito poderoso que fora derrotado pelo mesmo mago que o aprisionou ali, e que a correnteza era mesmo formada pelo monstro que destruímos e fora criada para prevenir que alguém achasse o diamante que continha a alma de tal mago assim como o colar dele.

Tudo isso nos intrigou. Conversamos por muito tempo e depois dormimos.

No dia seguinte percebi em seu braço um enorme ferimento que ele me disse ter sido causado quando ele tentou adentrar a caverna onde achamos o anel. Apesar de contra a vontade dele fiz um curativo com algumas ervas que apesar de não ajudar a combater a magia que só estava sendo controlada, pela imensa força mágica que ele também tinha não diminuíra muito, ele me agradeceu, pois as ervas diminuíram a dor.

Depois disso seguindo algumas recomendações dele seguimos viagem.

Pouco tempo de caminhada depois nos deparamos com um abismo, que para atravessar teríamos que descer e subir do outro lado, ao descermos, fomos pegos de surpresa por milhares de insetos gigantescos que brotavam das paredes, enquanto os outros corriam criei uma esfera de fogo que foi a minha frente e corri também usando todos os recursos mágicos que dispunha para manter os insetos afastados de mim sem deixar a esfera cessar pois eu sabia que se ela cessasse eu morreria ali.

Depois de algumas centenas de metros de corrida achamos uma fenda na rocha que nos permitia subir, subimos correndo e só paramos quando estávamos longe.

Descansamos um pouco e continuamos, sem muitos problemas a não ser mais alguns animais que encontramos e derrotamos.

Quando finalmente estávamos saindo do pântano a visão mais aterrorizante até ali surgiu no céu: uma águia gigante. Era linda e aterradora e se movimentava dando a entender que nos atacaria, preparamo-nos para uma batalha difícil, mas por sorte a águia ao mergulhar ficou vulnerável e usando magia consegui cegá-la e ela se descontrolou, assim que possível Max se atirou nela agarrando-lhe o pescoço e fazendo com que ela se espatifasse contra o solo, Chad e Toti investiram nela toda sua raiva e a mataram. Sabíamos que as penas dela seriam úteis para flechas e outros então retiramos o máximo de penas que conseguimos e levamos o corpo até a cidade de Waltz para provar que havíamos atravessado o pântano. E ao chegarmos quando os guardas estarrecidos se perguntavam, o que eram aqueles loucos e o que faziam vindo naquela direção trazendo uma águia gigante depenada, ao que Chad respondeu com seu jeito bem humorado de sempre:

- Alguém ai quer um frango pra assar?


sábado, agosto 30, 2008

RPG

Como prometido volto a postar as historias do jogo. A qe postarei hoje se passa depois da ultima que eu postei aqui, na verdade umas duas historias depois, como nao estou localizando as historias que existem no meio delas, vou postar essa mesmo, leiam e se divirtam.

O confronto nas aguas

“É estranho estar em um ambiente onde o diferente é você”

Depois da batalha e tendo o novo general assumido o Front, retornamos a Krisla para vermos nossas famílias, como sempre ao chegar lá recebemos através de Toti noticias estranhas, uma parte de Mormir tinha sido devastada por criaturas vindas do mar.

Como sempre também a sede por aventuras falou mais alto e fomos investigar.

Voltar a Mormir foi uma coisa meio nostálgica, principalmente quando chegamos na região destruída, e vimos aldeias inteiras dizimadas, a imagem da nossa vila e de nossos entes queridos invadiu minha mente, fiquei algum tempo para voltar a mim e me recuperar do choque vivido, mas assim que me recuperei nos colocamos a procurar, respostas para toda aquela destruição, e também quando encontramos de novo aquele elfo, a vontade que tivemos foi de matá-lo por causa do roubo do anel, mas não tivemos tempo disso, pois quando íamos confrontá-lo, um grupo de criaturas horrendas veio em nossa direção pelo outro lado. Não entendemos bem aquilo mas atacamos e uma batalha muito difícil acabamos vitoriosos.

Estranhamente o elfo nos ajudou, na batalha e acabamos conversando depois disso, ele nos mostrou por aonde as criaturas vinham e fez em nós uma magia e depois nos deu uma maçã que parecia possuir alguma espécie poder. Isso nos deu guelras e ele disse que era para que pudéssemos seguir a trilha deles, isso nos permitiu caminhar na água como se estivéssemos em terra, também permitiu-nos respirar, aquilo nos espantou totalmente, mas foi-nos bastante útil.

Resolvemos, por fim, ir atrás do que causava aquilo, após alguns metros de caminhada nos deparamos com outro grupo daquele de criaturas que meio espantadas, mas muito agressivas, travamos mais uma vez uma batalha sangrenta, e fomos vitoriosos de novo. Continuamos andando e achamos uma cidade dessas criaturas, dentro de uma caverna, obviamente vendo que não poderíamos nos confrontar com todos desviamos seguindo um outro caminho.

Estávamos confusos, pois aquela civilização não existia ali à pouco tempo ou então tamanha cidade não estaria construída, confusos mas determinados fomos atrás do que teria causado a repentina mudança de comportamento dessas criaturas. Num certo ponto confrontamos outro grupo do que subentendemos serem guardas da cidade, derrotamos eles e seguimos através de uma estreita passagem e ali nos deparamos com o pior desafio até então. Um peixe gigante que nos cegou, graças a uma glândula anexa que disparou um flash muito forte, o peixe quase engoliu Max vivo e ainda meio cegos atacamos ele com tudo, por fim ele soltou Max e fugiu, segundos depois enquanto nos recuperávamos outro ataque do mesmo peixe com o mesmo estilo, só que dessa vez foi Chad quem ele mordeu, novamente meio cegos atacamos ele com tudo e ele fugiu, atacou-nos uma terceira vez, dessa vez sem usar o flash pegou Chad de novo dessa vez atacamos com força total, e quando ele correu fomos atrás e Max acabou matando-o.

Após esse encontro estávamos quase mortos, mas ainda sem uma resposta concreta, atravessamos então mais uma passagem e saímos da caverna de frente para o que parecia um paredão rochoso, eu estava ficando sem magias de luz, e o local estava extremamente escuro de forma que caso essa acabasse estaríamos na escuridão completa.

Foi então que percebemos uma diferença a parede se movia, andamos por alguns minutos tentando dar a volta mas o movimento que era como o de pulsação nos intrigou, e o tamanho da criatura também, resolvemos então entrar nela, usando nossas armas abrimos um buraco no ser e entramos.

La dentro era como se fossemos bactérias penetrando um corpo, apavorados, com tudo aquilo nadamos e conseguimos chegar num ponto em que a correnteza tão forte até ali não existia quase e ali vimos algo incrível uma jaula de ossos tão grandes quanto um homem e tão resistentes quanto qualquer metal; dentro dela um enorme diamante emanava uma magia estranha.

Fui atraído por ela e de forma frenética abri um buraco na cela de ossos, e depois golpeei o diamante até quebrá-lo, foi então que senti uma presença muito boa, que como um espectro sussurrou um agradecimento para mim e finalmente uma tremenda explosão nos jogou para fora do monstro e da água e ao cairmos de novo na água, aquela criatura tinha desaparecido, a correnteza tinha acabado, as rochas desaparecido e no fundo uma cratera e no meio uma espécie de pilar de terra, e em cima dele um colar de pedras, peguei aquele colar pois estava intrigado com tudo o que havia acontecido.

Sem saber o que havia acontecido nadamos de volta para a terra com medo da duração daquela magia que nos mantinha vivos ali. Percebemos ao voltar que o relevo tinha sido todo destruído, as rochas e as criaturas que ali existiam foram dizimadas e só nós tínhamos sobrevivido a tudo aquilo, mas todo o relevo estava alterado e o nível do mar tinha baixado incrivelmente.

A correnteza que antes era um grande obstáculo entre os reinos havia cessado, mas ao chegarmos à praia estávamos exaustos apenas desmaiamos, acordamos horas depois tiramos as armaduras e estendemo-las logo em seguida catamos alguns peixes que estavam por ali acendemos uma fogueira e comemos.

Pouco tempo depois uma tropa da milícia nos descobriu ali e depois de uma discussão rápida, os enganamos dizendo que tínhamos sido atacados pelos seres do mar e que conseguimos fugir mandamos eles para a direção oposta a que seguiríamos e assim que se afastaram recolhemos nossas coisas e partimos.

Ao chegarmos no reino descobrimos que a explosão modificou todo o relevo e criou uma grande onda e um terremoto que destruiu os 3 portos que eram a única ligação entre os reinos. Intrigados ainda mais, e nos sentindo culpados por tudo aquilo passamos alguns dias ali, foi então que um senhor nos procurou para que levássemos um baú até Walts para ele, o único caminho possível era através do pântano.

Aceitamos o desafio mas colocamos como condição que ele nos desse tempo de concertar nossas armas e armaduras danificadas pelas batalhas na água a contra gosto mas sabendo que não tinha outra escolha ele aceitou as condições, e no dia combinado partimos em direção ao pântano amaldiçoado como era conhecido.





É isso, depois durante a semana que vem eu posto a cntinuação desa ou se achar, posto o interludio entre essa e a proxima.


Abraços Brain

segunda-feira, agosto 25, 2008

Eae galera,

Faz um tempo que não posto aqui, mas estou voltando, sei que já ameacei isso umas 4 ou 5 vezes, mas agora é pra valer, vou voltar a postar os contos de rpg que eu postava, assim como algumas criticas de filmes que assisti.

Por hoje o post é só pra deixar registrado a volta, vamos ver quanto tempo eu aguento.

Att.

Madness