Ai galera hj to com tempo e to em casa entao posso postar a continuação da historia do Niarb... entao esta ai...
Se vc nao leu o começo leia o post de 20 dias atras e entenderá a historia...
A vida depois de Siluria
Depois de aproximadamente 6 meses lá estava ele de volta a sua casa. A aventura em Siluria lhe ensinou muitas coisas e o deixou querendo uma próxima, também ficara espantado com o que descobriu sobre seu avô e alguns dos amigos dele, coisas que ninguém nunca haviam lhe dito.
Niarb voltara mais forte, e mais maduro, ao chegar no reino foi recebido com uma grande festa dada por seus pais e nela foi estabelescido seu noivado, ficou feliz com a escolha de seus pais para ele, desposaria Elina, a princesa sacerdotisa do reino, e estava muito feliz com isso, pois a muitos que esse amor existia mas era mantido escondido, mas não dos de Bahamut, que já havia previamente abençoado esse amor.
Como presente de noivado recebeu de seu pai um cavalo de Guerra pesado, um lindo cavalo branco, com uma grande armadura trabalhada.
Dias depois do noivado e tendo reestabelescido sua vida normal, Niarb se pôs a buscar uma ordem de cavalaria mas não qualquer ordem, a mesma ordem a qual seu avô havia seguido A ordem dos Cavaleiros de Platina, cavaleiros extremamente fortes e raros, que lutam ao lado dos bons dragões para proteger todos aqueles que precisam de ajuda.
Considerando que a unica organizações desses cavaleiros neste mundo existia em Iridur e eram protegidos por Bahamut, então ele foi até o local onde eram realizadas as reuniões e pediu para ser iniciado, sob a perspectiva de que era neto de Hecartys que também foi um deles, lógicamente eles aceitaram te-lo como iniciatico mas antes ele teria que passar por alguns testes para certificarem-se de suas habilidades, com algum custo foi aprovado e passou a ser um iniciático dessa ordem, durante os meses que se passaram ele desenvolveu suas habilidades necessárias para a Ordem, passou a conhece-la melhor, e como tinha pouco conhecimento arcano passou a estuda-lo pois sabia que isso seria necessário para chegar onde queria, paralelo a isso seguiam-se os preparativos do casamento.
Mandou também logo que possível fazer um novo escudo com o melhor ferreiro da região usando como base a escama do dragão negro que havia derrotado e que era agora um símbolo de sua lealdade aos princípios de Bahamut
Depois de 4 meses em casa finalmente o casamento, uma grande festa foi feita todo o Reino foi reunido e seguindo os costumes locais eles se casaram, ele em sua armadura toda prateada com formato de escamas e símbolos de Bahamut e ela como a mais pura sacerdotiza vestida em um lindo vestido também prateado cravejado de cristais e diamantes que davam um brilho todo especial.
Logo após o casamento sua mulher ficou grávida foi também quando recebeu a noticia de que teria que voltar a Siluria, pois Gorfydid havia solicitado novamente sua ajuda em mais uma aventura, ávido por mais uma aventura e tendo a certeza dada por seu novo mestre de que essa aventura o deixaria mais perto de seu objetivo que era se tornar um Cavaleiro de Platina, ele não titubeou arrumou suas coisas e partiu deixando sua esposa grávida sob os cuidados de sua mãe e das criadas, voltou então para Siluria e 6 meses após ter deixado a ilha, estava ele de volta a aquela ilha que lhe havia ensinado muitas coisas e que havia de ensinar muitas outras...
muito bem.... vao reclamar que falta a historia da aventura mas falta mesmo nao consigo deixa-la satisfatoriamente completa para coloca-la aki entao depois eu ponho...
Espero que gostem...
Bjus Brain
segunda-feira, março 27, 2006
quinta-feira, março 23, 2006
Mais um texto de terceiros por falta de tempo
Eae galera blz?
Demorei pra atualiza (quase 15 dias denovo....) e nao vou dar continuidade com os RPGs hj.
São 18:55 e eu to aki no pantanal preso até as 0:00... e nao tenhu nenhuma das minhas historias comigo senao a colocava... mas logo logo continuo com a série de historias de rpg... enquanto isso fiquem ai com uma cronica muito boa de Fernando Sabino.
A ÚLTIMA CRÔNICA
Por Fernando Sabino
A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho — um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “parabéns pra você, parabéns pra você...” Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
Entao eh isso fiquem bem...
eu apareço denovo qq hora dessa....
Ah e vo dexa uma musiquinha tb....
Bon Jovi - Welcome To Wherever You Are
Maybe we're all different but we're still the same
We all got the blood of Eden running through our veins
I know sometimes it's hard for you to see
You're caught between just who you are and who you want to be
If you feel alone and lost and need a friend
Remember every new beginning is some beginning's end
Welcome to wherever you are
This is your life; you made it this far
Welcome, you got to believe
That right here, right now
You're exactly where you're supposed to be
Welcome to wherever you are
When everybody's in and you're left out
And you feel you're drowning in the shadow of a doubt
Everyone's a miracle in their own way
Just listen to yourself, not what other people say
When it's seems you're lost, alone and feeling down
Remember everybody's different; just take a look around
Welcome to wherever you are
This is your life; you made it this far
Welcome, you got to believe
Right here, right now
You're exactly where you're supposed to be
Be who you want to be
Be who you are
Everyone's a hero
Everyone's a star
When you want to give up and your heart's about to break
Remember that you're perfect; God makes no mistakes
Welcome to wherever you are
This is your life; you made it this far
Welcome, you got to believe
Right here, right now
You're exactly where you're supposed to be
And I say welcome…
I say welcome…
Welcome…
Bjus Brain
Demorei pra atualiza (quase 15 dias denovo....) e nao vou dar continuidade com os RPGs hj.
São 18:55 e eu to aki no pantanal preso até as 0:00... e nao tenhu nenhuma das minhas historias comigo senao a colocava... mas logo logo continuo com a série de historias de rpg... enquanto isso fiquem ai com uma cronica muito boa de Fernando Sabino.
A ÚLTIMA CRÔNICA
Por Fernando Sabino
A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho — um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “parabéns pra você, parabéns pra você...” Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
Entao eh isso fiquem bem...
eu apareço denovo qq hora dessa....
Ah e vo dexa uma musiquinha tb....
Bon Jovi - Welcome To Wherever You Are
Maybe we're all different but we're still the same
We all got the blood of Eden running through our veins
I know sometimes it's hard for you to see
You're caught between just who you are and who you want to be
If you feel alone and lost and need a friend
Remember every new beginning is some beginning's end
Welcome to wherever you are
This is your life; you made it this far
Welcome, you got to believe
That right here, right now
You're exactly where you're supposed to be
Welcome to wherever you are
When everybody's in and you're left out
And you feel you're drowning in the shadow of a doubt
Everyone's a miracle in their own way
Just listen to yourself, not what other people say
When it's seems you're lost, alone and feeling down
Remember everybody's different; just take a look around
Welcome to wherever you are
This is your life; you made it this far
Welcome, you got to believe
Right here, right now
You're exactly where you're supposed to be
Be who you want to be
Be who you are
Everyone's a hero
Everyone's a star
When you want to give up and your heart's about to break
Remember that you're perfect; God makes no mistakes
Welcome to wherever you are
This is your life; you made it this far
Welcome, you got to believe
Right here, right now
You're exactly where you're supposed to be
And I say welcome…
I say welcome…
Welcome…
Bjus Brain
sábado, março 11, 2006
Rpgista convicto
Eae galera blz, como quase todo viciado em rpg eu escrevo muitas historias de povos e personagens, vou começar a partir dessa semana a colocar algumas aki espero que gostem... Colocarei uma por semana...
entao começa assim:
Personagem: Niarb Withemoon Pendragon
Jogador: Vitor Zanetti
Biografia
Niarb foi uma criança de sorte nascida no longínquo reino de Iridur, filho de Saul, o clérigo e neto de Hecartys o paladino, desde cedo se fascinou pelas aventuras do avô aos 6 anos foi iniciado na fé à Bahamut, aprendeu a ler e escrever, recebeu a educação básica e também a Educação dos nobres, conheceu a fundo o seu Deus e seus Mistérios, a Vida toda ouviu histórias sobre seu avô e seus companheiros que segundo as lendas foram grandes Heróis e sempre quis chegar a ser como seu avô.
Para Saul aquilo era um bom sinal, mas como pai ele se preocupava com a vida de desafios que aguardava Niarb.
Aos 10 anos passou a estudar a fundo as artes dos guerreiros divinos e foi seu avô que o instruiu pessoalmente, segundo o mesmo Niarb deveria ser um campeão dentre os aventureiros de sua época, e Niarb sentia esse peso, treinou árduamente, como gostava de desenhar e tinha facilidade nisso, aprendeu cartografia, e com uma família de sacerdotes não podia deixar de aprender muito sobre religião.
Todas as noites antes de dormir ouvia as historias de seu avô e dormia motivado cada vez mais a ser como ele.
Aos 15 anos passou pelo maior teste de sua vida, seu avô propôs a ele um desafio para finalmente declara-lo Paladino, deveria ele atravessar uma caverna habitada por um dragão dourado que o desafiaria, deveria vencer o desafio e retornar com uma prova da vitória, ele foi e o dragão ancião lhe deu um enigma, o colocou em um labirinto, e por ultimo ainda o colocou frente a frente com um de seus filhotes mais novos para uma batalha justa até que fosse declarado um vencedor e após uma longa batalha ele venceu, o dragão deu para ele uma de suas escamas para que levasse como prova de sua vitória.
Ao retornar 3 dias depois machucado mais vitorioso recebeu o maior presente de sua vida o martelo Bahamut Stomp, a arma que fora de seu Avô e que fora abençoada pelo próprio Bahamut para que fosse usada pelo seu guerreiro predileto, dias depois seu avô partiu antes de partir ordenou que ele continuasse a treinar e estudar e que nunca deixasse de seguir seu coração nem de fazer a vontade de Bahamut.
Niarb seguiu a risca o conselho e conforme crescia suas habilidades aumentavam, sua bondade e justiça eram reconhecidas por todos, logo passou a se destacar na cidade como um homem piedoso e justo, que seguia as leis acima de tudo e prezava pela justiça sempre.
Treinava duro e logo aprendeu a manejar de forma grandiosa o Bahamut Stomp, em suas mão a arma era como uma extensão do corpo e manuseava-a tão habilmente que deixava a maioria das pessoas impressionadas, treinou com os melhores guerreiros da região técnicas de combate, e aprendeu a desarmar o inimigo e a subjulga-lo sem mata-lo, mantendo assim a vida dom precioso de cada ser.
Finalmente aos 21 anos foi chamado a uma ilha distante por um antigo companheiro de seu avô que cobrava um favor antigo pois precisava urgentemente combater um mal que assolava sua ilha, prontamente respondeu ao chamado e partiu para encontrar seu destino sob as bênçãos de Bahamut.
Bom galera essa historia tem continuação afinal isso ai foi antes da aventura que vivemos na Ilha de Siluria mestrada pelo meu grande amigo e mestre Ursaum, espero que vcs gostem do que eu escrevi...
Bjus Brain
entao começa assim:
Personagem: Niarb Withemoon Pendragon
Jogador: Vitor Zanetti
Biografia
Niarb foi uma criança de sorte nascida no longínquo reino de Iridur, filho de Saul, o clérigo e neto de Hecartys o paladino, desde cedo se fascinou pelas aventuras do avô aos 6 anos foi iniciado na fé à Bahamut, aprendeu a ler e escrever, recebeu a educação básica e também a Educação dos nobres, conheceu a fundo o seu Deus e seus Mistérios, a Vida toda ouviu histórias sobre seu avô e seus companheiros que segundo as lendas foram grandes Heróis e sempre quis chegar a ser como seu avô.
Para Saul aquilo era um bom sinal, mas como pai ele se preocupava com a vida de desafios que aguardava Niarb.
Aos 10 anos passou a estudar a fundo as artes dos guerreiros divinos e foi seu avô que o instruiu pessoalmente, segundo o mesmo Niarb deveria ser um campeão dentre os aventureiros de sua época, e Niarb sentia esse peso, treinou árduamente, como gostava de desenhar e tinha facilidade nisso, aprendeu cartografia, e com uma família de sacerdotes não podia deixar de aprender muito sobre religião.
Todas as noites antes de dormir ouvia as historias de seu avô e dormia motivado cada vez mais a ser como ele.
Aos 15 anos passou pelo maior teste de sua vida, seu avô propôs a ele um desafio para finalmente declara-lo Paladino, deveria ele atravessar uma caverna habitada por um dragão dourado que o desafiaria, deveria vencer o desafio e retornar com uma prova da vitória, ele foi e o dragão ancião lhe deu um enigma, o colocou em um labirinto, e por ultimo ainda o colocou frente a frente com um de seus filhotes mais novos para uma batalha justa até que fosse declarado um vencedor e após uma longa batalha ele venceu, o dragão deu para ele uma de suas escamas para que levasse como prova de sua vitória.
Ao retornar 3 dias depois machucado mais vitorioso recebeu o maior presente de sua vida o martelo Bahamut Stomp, a arma que fora de seu Avô e que fora abençoada pelo próprio Bahamut para que fosse usada pelo seu guerreiro predileto, dias depois seu avô partiu antes de partir ordenou que ele continuasse a treinar e estudar e que nunca deixasse de seguir seu coração nem de fazer a vontade de Bahamut.
Niarb seguiu a risca o conselho e conforme crescia suas habilidades aumentavam, sua bondade e justiça eram reconhecidas por todos, logo passou a se destacar na cidade como um homem piedoso e justo, que seguia as leis acima de tudo e prezava pela justiça sempre.
Treinava duro e logo aprendeu a manejar de forma grandiosa o Bahamut Stomp, em suas mão a arma era como uma extensão do corpo e manuseava-a tão habilmente que deixava a maioria das pessoas impressionadas, treinou com os melhores guerreiros da região técnicas de combate, e aprendeu a desarmar o inimigo e a subjulga-lo sem mata-lo, mantendo assim a vida dom precioso de cada ser.
Finalmente aos 21 anos foi chamado a uma ilha distante por um antigo companheiro de seu avô que cobrava um favor antigo pois precisava urgentemente combater um mal que assolava sua ilha, prontamente respondeu ao chamado e partiu para encontrar seu destino sob as bênçãos de Bahamut.
Bom galera essa historia tem continuação afinal isso ai foi antes da aventura que vivemos na Ilha de Siluria mestrada pelo meu grande amigo e mestre Ursaum, espero que vcs gostem do que eu escrevi...
Bjus Brain
quinta-feira, março 02, 2006
Carnaval
Eae Galera, faz tempo que nao venho aqui né?
Pois é estou num ritmo frenetico quem convive comigo sabe como estao as coisas, mas prefiro assim pelomenos o tempo passa rapido, pois entao, estou a dias trabalhando sem muito horario, entao nos tempos livres venho procurando sair mais com os amigos já que estava meio afastado deles tambem...
Neste carnaval, fui pra uma fazenda, uma verdadeira aventura, hehehehehe, de pontes quebradas, a carro afundado ate a porta na lama, eu vi de tudo, e fiz de tudo, kra foi muito legal, ficamos ilhados pela chuva na fazenda, depois que a chuva passou ficamos sem ter como voltar pois uma parte da estrada tambem desabou (apareceu ate no jornal nacional), ai voltamos pra traz e mais chuva, ai entao nao conseguiamos passar com os carros por causa dos atoleiros, e assim, foi, me diverti um bocado, na sexrta antes de ir ainda jogamos rpg e ontem quando cheguei teve festa de despedida do Cristiano, hyehehhe baralho cerveja e esfiras, hauhauhau soh a galera do TSA pra fazer umas dessas tb... mas eh isso ai pra quem nao curte carnaval e normalmente prefere durmir a sair de casa nessa epoca fiz bastante coisa e estou bem, me diverti um bocado...
Eh isso ai o que houve no carnaval... nao assisti nenhum desfile nem ouvi nada de musica carnavalesca, heheheh entao nao me pergunte o que eu achei do carnaval....
Vo dexa vcs com uma musiquinha legal do U2 achei o show deles foda tb...
U2 - Walk On
by U2
And love is not the easy thing
The only baggage that you can bring...
And love is not the easy thing....
The only baggage you can bring
Is all that you can't leave behind
And if the darkness is to keep us apart
And if the daylight feels like it's a long way off
And if your glass heart should crack
And for a second you turn back
Oh no, be strong
Walk on, walk on
What you got they can’t steal it
No they can’t even feel it
Walk on, walk on...
Stay safe tonight
You're packing a suitcase for a place none of us has been
A place that has to be believed to be seen
You could have flown away
A singing bird in an open cage
Who will only fly, only fly for freedom
Walk on, walk on
What you've got they can't deny it
Can’t sell it, or buy it
Walk on, walk on
Stay safe tonight
And I know it aches
And your heart it breaks
And you can only take so much
Walk on, walk on
Home... hard to know what it is if you’ve never had one
Home... I can’t say where it is but I know I'm going home
That's where the hurt is
And I know it aches
And your heart it breaks
And you can only take so much
Walk on, walk on
Leave it behind
You've got to leave it behind
All that you fashion
All that you make
All that you build
All of that you break
All that you measure
All that you steal
All this you can leave behind
All that you reason
All that you sense
All that you speak
All you dress up
All that you scheme...
Musiquinha foda de musicos fodas...
Bjus Brain
Pois é estou num ritmo frenetico quem convive comigo sabe como estao as coisas, mas prefiro assim pelomenos o tempo passa rapido, pois entao, estou a dias trabalhando sem muito horario, entao nos tempos livres venho procurando sair mais com os amigos já que estava meio afastado deles tambem...
Neste carnaval, fui pra uma fazenda, uma verdadeira aventura, hehehehehe, de pontes quebradas, a carro afundado ate a porta na lama, eu vi de tudo, e fiz de tudo, kra foi muito legal, ficamos ilhados pela chuva na fazenda, depois que a chuva passou ficamos sem ter como voltar pois uma parte da estrada tambem desabou (apareceu ate no jornal nacional), ai voltamos pra traz e mais chuva, ai entao nao conseguiamos passar com os carros por causa dos atoleiros, e assim, foi, me diverti um bocado, na sexrta antes de ir ainda jogamos rpg e ontem quando cheguei teve festa de despedida do Cristiano, hyehehhe baralho cerveja e esfiras, hauhauhau soh a galera do TSA pra fazer umas dessas tb... mas eh isso ai pra quem nao curte carnaval e normalmente prefere durmir a sair de casa nessa epoca fiz bastante coisa e estou bem, me diverti um bocado...
Eh isso ai o que houve no carnaval... nao assisti nenhum desfile nem ouvi nada de musica carnavalesca, heheheh entao nao me pergunte o que eu achei do carnaval....
Vo dexa vcs com uma musiquinha legal do U2 achei o show deles foda tb...
U2 - Walk On
by U2
And love is not the easy thing
The only baggage that you can bring...
And love is not the easy thing....
The only baggage you can bring
Is all that you can't leave behind
And if the darkness is to keep us apart
And if the daylight feels like it's a long way off
And if your glass heart should crack
And for a second you turn back
Oh no, be strong
Walk on, walk on
What you got they can’t steal it
No they can’t even feel it
Walk on, walk on...
Stay safe tonight
You're packing a suitcase for a place none of us has been
A place that has to be believed to be seen
You could have flown away
A singing bird in an open cage
Who will only fly, only fly for freedom
Walk on, walk on
What you've got they can't deny it
Can’t sell it, or buy it
Walk on, walk on
Stay safe tonight
And I know it aches
And your heart it breaks
And you can only take so much
Walk on, walk on
Home... hard to know what it is if you’ve never had one
Home... I can’t say where it is but I know I'm going home
That's where the hurt is
And I know it aches
And your heart it breaks
And you can only take so much
Walk on, walk on
Leave it behind
You've got to leave it behind
All that you fashion
All that you make
All that you build
All of that you break
All that you measure
All that you steal
All this you can leave behind
All that you reason
All that you sense
All that you speak
All you dress up
All that you scheme...
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Bjus Brain
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