Bom segue ai mais uma das aventuras, essa stá pouco detalhada, porque jogamos ela muito rapido, já que havia a possibilidade, do grupo não se encontrar por um bom tempo depois dela. No fim deu tudo errado pra todos, continuamos todos em Cuiabá e ainda jogamos até hoje, e continuamos arrependidos por termos explorado pouco essa aventura. Mas não adianta chorar o leite derramado, ainda estou devendo uma historia que pulei antes dessas duas, não se preocupem ela virá logo.
O Pântano Maldito
“As vezes maldição é o jeito mais fácil de explicar algo que se tem medo de enfrentar.”
Como sempre sabendo que poderíamos morrer, mas sedentos por um desafio, entramos no pântano.
O começo foi fácil e sem muita resistência, mas quanto mais entravamos no pântano mais difícil ficava o caminho, as arvores muito próximas uma das outras o terreno argiloso e as criaturas que ali viviam dificultaram muito nossa jornada.
A certa altura chegamos numa clareira e vimos dois ursos, os atacamos e sem dificuldades os derrotamos, quando estávamos saindo da clareira, um urso gigante nos atacou, era uma criatura como nunca tínhamos visto antes, tinha mais de
Que nos revelou que morava por ali, e vendo que o entardecer já vinha convidou-nos a ficar na cabana dele, localizada no alto de uma arvore a alguns metros da clareira.
Ao chegarmos lá pudemos ter um vislumbre de como era o nosso anfitrião, um devoto de Obad-hai que resolveu finalmente nos contar sua historia.
Contou-nos que crescera em terras longínquas e que junto com um grupo de amigos, dedicava-se a aventuras pelas terras onde crescera, contou-nos de seus pais e de como um dos do grupo de seu pai traiu-os assim como traíra seu pai e o enviou para lá, isolou seus itens mágicos colocando-os e selando-os magicamente em locais específicos, e de como esse selo o impedia de recuperar seus itens. Contou-nos como era sua vida e me disse que assim como o anel, o colar que eu usava, eram parte dos itens dele e que ainda faltava um que ele não sabia aonde se encontrava.
Disse nos também que nossos reinos são protegidos e isolados de outros por meio de magia, que existe a muito tempo não se sabe por que, e que a “presença que me encantou e depois de libertada me agradeceu, era a alma de um mago muito poderoso que fora derrotado pelo mesmo mago que o aprisionou ali, e que a correnteza era mesmo formada pelo monstro que destruímos e fora criada para prevenir que alguém achasse o diamante que continha a alma de tal mago assim como o colar dele.
Tudo isso nos intrigou. Conversamos por muito tempo e depois dormimos.
No dia seguinte percebi em seu braço um enorme ferimento que ele me disse ter sido causado quando ele tentou adentrar a caverna onde achamos o anel. Apesar de contra a vontade dele fiz um curativo com algumas ervas que apesar de não ajudar a combater a magia que só estava sendo controlada, pela imensa força mágica que ele também tinha não diminuíra muito, ele me agradeceu, pois as ervas diminuíram a dor.
Depois disso seguindo algumas recomendações dele seguimos viagem.
Pouco tempo de caminhada depois nos deparamos com um abismo, que para atravessar teríamos que descer e subir do outro lado, ao descermos, fomos pegos de surpresa por milhares de insetos gigantescos que brotavam das paredes, enquanto os outros corriam criei uma esfera de fogo que foi a minha frente e corri também usando todos os recursos mágicos que dispunha para manter os insetos afastados de mim sem deixar a esfera cessar pois eu sabia que se ela cessasse eu morreria ali.
Depois de algumas centenas de metros de corrida achamos uma fenda na rocha que nos permitia subir, subimos correndo e só paramos quando estávamos longe.
Descansamos um pouco e continuamos, sem muitos problemas a não ser mais alguns animais que encontramos e derrotamos.
Quando finalmente estávamos saindo do pântano a visão mais aterrorizante até ali surgiu no céu: uma águia gigante. Era linda e aterradora e se movimentava dando a entender que nos atacaria, preparamo-nos para uma batalha difícil, mas por sorte a águia ao mergulhar ficou vulnerável e usando magia consegui cegá-la e ela se descontrolou, assim que possível Max se atirou nela agarrando-lhe o pescoço e fazendo com que ela se espatifasse contra o solo, Chad e Toti investiram nela toda sua raiva e a mataram. Sabíamos que as penas dela seriam úteis para flechas e outros então retiramos o máximo de penas que conseguimos e levamos o corpo até a cidade de Waltz para provar que havíamos atravessado o pântano. E ao chegarmos quando os guardas estarrecidos se perguntavam, o que eram aqueles loucos e o que faziam vindo naquela direção trazendo uma águia gigante depenada, ao que Chad respondeu com seu jeito bem humorado de sempre:
- Alguém ai quer um frango pra assar?
3 comentários:
Ahuahua olaaa XD td bom?
Confesso que nao li o post, mas vim ver se vc tinha realmente voltado a postar! Fico feliz em ver historinhas de RPG, quando achar de um tempo mais agradavel eu leio todas, ate pq eu adoro seus textos ^^
Beijoness da Dalis!
De fato, era pra ser muito melhor explorado esse pântano hehe, mas foi divertido de qualquer jeito. Eu não lembrava mais daquela parte dos insetos, pior que foi do caralho! Quanto ao final, aquela da águia foi foda, fiquei putasso... Mas isso ae, RPG eh isso mesmo, situações inesperadas toda hora, ainda mais no nosso grupo. Legal, Vitão, continua escrevendo ae, quero ler as histórias que tão faltando!
Abraço
aew
esse abacate aew tem cara daquele típico npc (não, não a sigla para Non Player Character, e sim para Nímguem Pode Comigo... XD)
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