sábado, novembro 11, 2006

Parte 3: Finalmente um descanso!

Ai galera tudo de boa^???? aqui vai a parte 3 da campanha espero que estejam gostando.

Artemis, teu sangue pulsa freneticamente sob a premissa de viver sob os auspícios de sua pátria, de teu lar, Krisla. Tua pesada lamina é a essência da vitória, daquilo que consideras vital: PAZ!”

Depois de termos matado os Orcs e conseguido nossa vingança, nada melhor que um descanso e como não visitava meus pais a mais de 60 anos, resolvi que os visitaria, Chad, que não tinha mais nada em Mormir foi comigo também.
Ao chegarmos em Krisla, fui invadido por um grande sentimento de alegria, depois de 60 anos estaria retornando a minha casa, muitas coisas passaram pela minha mente ao entrar na cidade de Krisla e antes de ir até minha casa, paramos para tomar um cha em uma das bancas da grande feira de Krisla, depois encurtamos caminho pelos jardins do centro, e fomos até minha casa, quanto mais nos aproximávamos, mais exicitado eu ficavam afinal, eu não fazia idéia do que esperar, estava nervoso sobre como eles iriam me receber, enfim vi minha casa, um grande calafrio subiu pela minha espinha ao ver minha mãe na sacada de seu quarto, antes que pudesse falar algo ela me viu, gritou meu nome, e desceu correndo as escadas, saindo pela porta principal, e parando somente nos meus braços, pronto, nenhuma palavra poderia descrever o que senti naquele abraço, como se o mundo tivesse parado, por alguns instantes ficamos ali abraçados sem falar nada.
Então apresentei-a para Chad, que estava nitidamente deslumbrado com sua beleza, entramos na casa, e fui recebido com festa também com os empregados, a maioria, já trabalhava ali quando eu fui embora e também estavam felizes com meu retorno, vi também meu irmão, um adolescente forte e já sendo treinado para as batalhas, pude sentir em seus olhos o espírito de um guerreiro, e percebi que ele teria um futuro promissor pela frente.
Fui informado então que meu pai tinha se ferido em batalha e voltado para casa para se recuperar, sem muita demora, pedi que anunciassem minha chegada e que desejava vê-lo, mais do que rapidamente ele mandou que eu fosse até o quarto dele, ao entrar, novamente um frio na barriga, afinal depois de tanto tempo não sabia como meu pai reagiria a minha volta, mais uma vez não precisei falar muito, ao entrar ele pediu que fosse até ele que estava deitado em sua cama, e me deu um abraço, novamente apresentei Chad, e então ficamos os 3 conversando por algum tempo, até que minha mãe pediu que deixássemos que ele descansasse e que nós também descansássemos pois ao anoitecer haveria uma grande festa em comemoração ao meu retorno.
A festa foi grandiosa, revi muitos amigos e muitas pessoas que não via há muitos anos, naquela noite tudo correu bem, Chad como sempre conseguiu rapidamente uma moça para entreter-lhe a noite, eu fiquei tão entretido com o reencontro que acabei a noite sozinho, mas não sem conseguir um encontro para o dia seguinte.
No dia seguinte Chad me disse que iria até os acampamentos no front de batalha de Krisla procurar por seu antigo bando os águias reais e assim o fez. Eu por minha vez fiquei na cidade, reencontrei alguns amigos, passeei pela cidade, encontrei a moça do dia anterior e gastei algumas horas com ela.
Assim se passariam dois meses de estudo, meditação, e treinamento. Afinal como estava em Krisla, eu não poderia deixar de treinar com meu irmão, que tinha uma técnica de batalha bem diferente da minha, treinamos juntos todo o tempo que estive em Krisla e fiquei impressionado com o poder de meu irmão, e também com sua maturidade e convicção, sabia pelo meu pai que ele queria ir ao campo de batalha o quanto antes, mas meu pai tinha o proibido de faze-lo até que completasse a maioridade, mas treinando com ele, percebi que ele não ficaria por muito tempo longe dos campos de batalha, sua vontade era enorme, e ninguém seria capaz de dete-lo.
Depois de quase dois meses recebi uma carta de Max dizendo que tinha para nós uma grande surpresa e que deveria estar em Mormir na semana seguinte, como já estava me cansando de ficar parado em casa, a carta de Max foi animadora. No devido tempo, Chad que também recebera a carta, encontrou-se comigo em Krisla e fomos para Mormir.
Na viagem devolta algo estranho aconteceu, como costumo fazer, durante as viagens, me retirei para um lugar mais reservado e fiquei meditando, no meio da minha meditação, tive um sonho estranho e uma voz perturbadora me disse o seguinte: “Ártemis, teu sangue pulsa freneticamente sob a premissa de viver sob os auspícios de sua pátria, de teu lar, Krisla. Tua pesada lamina é a essência da vitória, daquilo que consideras vital: PAZ!”
Esse sonho me deixou perturbado de forma que não consegui mais me concentrar em nada, fiquei com essa frase na cabeça, e não parava de pensar nela, e a voz se repetia.
Chegamos finalmente a Mormir, essa viagem nunca tinha sido tão longa quanto foi dessa vez, mas tentei me esquecer do que aconteceu por algum tempo, pois Max havia nos prometido uma surpresa muito boa, e não queria parecer perturbado quando o encontrasse.
Encontramos-nos na Taverna SA, que já era para nos uma casa em Mormir. E lá a primeira das surpresas Toti estava na cidade, a alegria do reencontro foi tanta que conseguiu me distrair da estranha voz em minha mente.
Dois dias depois Max ainda fazia suspense sobre o porque da reunião, e então ele chegou para nós naquela tarde e disse que ia se casar, naquela noite e que essa era a surpresa que tinha para nós, quase caímos todos de costas, e ficamos muito felizes fizemos um brinde em sua homenagem, e fomos nos preparar para a cerimônia e para a festa.
A festa foi ótima, Chad logo depois da cerimônia, desapareceu com uma prima da esposa de Max enquanto o resto de nós se embebedava e curtia a festa, tentei uma aproximação sem sucesso a uma garota da região, mas não me abati com isso, bebi mais um pouco e no amanhecer fui para a taverna, carregando Toti e Hertz que estavam bêbados demais para andar.
Dois dias depois, recuperados da festa, e tendo dado muitas risadas Toti partiu, e eu recebi uma carta de minha mãe. Na carta ela dizia que meu irmão tinha fugido de casa, um dia depois de meu pai reassumir seu posto no Front em Krisla, e que provavelmente ele teria ido para o Front também, desesperada ela esperava que eu o localizasse, e o levasse devolta para casa.
Nesse momento a voz ecoou novamente em minha mente com, aquelas palavras perturbadoras, ao voltar para a taverna descobri que Chad havia desaparecido.
Depois de alguns dias de espera, ai para procura-lo pelo reino e o encontrei, todo arrebentado, em uma vila próxima do pântano amaldiçoado, então fiquei sabendo que ele tinha ido atrás de Abacate, e acreditando que ele vivesse no pântano ele adentrou-o e acabou ferido por uma águia gigante que quase o matou.
Sem poder contar com Chad fomos para Krisla procurar meu irmão, algo me dizia, que novamente minha vida ia sofrer uma grande reviravolta...



Peço desculpas pelos erros de portugues mas sou péssimo escritor...

Bjus Brain

sábado, novembro 04, 2006

Historia da campanha

Ha uns meses eu comecei a contar essa estoria no post "RPG Denovo...." onde puis um texto com o titulo "A triste historia de Artemis Rainmaker", pois entao aquela era a parte 1 de uma grande historia e hoje eu coloco a parte dois...

eu sei to sumidasso mas to bem pra kct heheheehe....


Parte 2: A vingança


“Dizem que a vingança é um prato doce que se come frio, mas posso afirmar que de doce ela não tem nada, talvez porque não deixei esfriar.”

Depois de dois dias de caminhada chegamos à cidade de Mormir, doentes e muito cansados fomos até a casa dos pais de Chad que nos receberam, e nos deram abrigo até que nos curamos, pude ver então que ao contrario da minha casa, na de Chad não havia aquela afeição toda, pelo menos da parte de seu pai que parecia não reconhece-lo como filho, sua mãe por outro lado era doce, mas reprimida pelo marido nada conseguia fazer.
Depois de ficarmos alguns dias por ali, e nos recuperarmos, nos mudamos para a taverna TSA, uma taverna bastante movimentada, que possuía bons quartos e um taverneiro bastante amistoso, ficamos mais alguns dias por ali, informamos ao rei o que havia acontecido, e este mandou uma força tarefa para investigar o ocorrido, depois de alguns dias correu a noticia que todos os orcs haviam sido exterminados pelo contingente de homens que foi mandado pelo rei, desconfiados, mas crentes de termos sido vingados, estavamos ali sem rumo para nossas vidas estava seriamente pensando em voltar a Krisla e finalmente rever meus pais, me deparei obviamente com um problema simples, mas nada fácil de se resolver, estava sem dinheiro para a viagem.
Foi então que coloquei em pratica sem muito sucesso, minhas habilidades de mercador de ervas, colhia-as na floresta próxima e vendia na feira da cidade, o dinheiro era suficiente para continuar vivendo na taverna e economizar um pouco, mas era muito pouco e eu precisava de um meio mais rápido, alias nós precisávamos. Max começou a trabalhar com o ferreiro local, um senhor chamado de Baixinho, bom ferreiro e amigo do pai de Max, aceitou-o como aprendiz e Max se esforçava muito nisso, movido pelo desejo de ser um dia tão bom quanto seu pai. Chad passava seu tempo na cidade, me ajudando a vender as ervas e flertando com as mulheres do reino, alem de tentar sanar a nossa ânsia por informações sobre os orcs, pois ainda acreditávamos que eles não estavam mortos. E Toti, usava suas habilidades e contatos para tentar conseguir um meio de ganharmos dinheiro suficiente mais rápido, foi então que em uma conversa com um informante dele ele nos conseguiu uma missão, com a premissa de que ao resgatarmos um anel que estava perdido em uma caverna, receberíamos uma boa recompensa e poderíamos finalmente, seguir nossas vidas.
Aceitamos a proposta e partimos na jornada até a caverna, como nos foi indicado em um mapa, a jornada foi tranqüila, até a floresta próxima da caverna, aonde lutamos contra dois lobos, que tentaram nos atacar, depois de vencê-los e de obviamente fazer deles uma ótima refeição seguimos para a caverna.
Logo na entrada tivemos uma grande surpresa, pois havia a estatua de um homem em posição de pavor, que era estranhamente real. Desconfiados entramos na caverna, onde nos deparamos com duas galinhas grandes e muito estranhas, que mais tarde soubemos serem chamadas de Cocatrices, depois de uma batalha não muito heróica, já que apanhamos um bocado delas, eu fui transformado em pedra por uma delas, meus companheiros desesperados venceram-nas, e depois usando uma poção que tínhamos ganhado, me transformaram devolta, fiquei absolutamente perplexo com o que aconteceu, e tivemos a macabra certeza de que aquela estatua que vimos antes nem sempre foi uma estatua.
Seguimos para o interior da caverna, que parecia não ter nada de extraordinário a não ser seus habitantes, e quando achávamos que galinhas que transformam homens em pedra eram muito para nossas mente, nos deparamos com aqueles dois cães, se é que se pode chamar assim, seres macabros, que pareciam não ter pernas, e ficavam flutuando com a parte debaixo envolta em uma espécie de fumaça, mais uma batalha sangrenta, e finalmente vencemos, agora aquela caverna era algo aterrador para nós, afinal nunca tínhamos visto seres tão estranhos e poderosos como aquelas galinhas e esses cães.
Machucados e com medo, prosseguimos, usei então uma de minhas magias para criar tochas, pois a aquela altura a caverna já estava escura demais para vermos por onde íamos, continuamos o caminho até chegarmos a um salão enorme onde se ouvia apenas uns estalos e ruídos estranhos, ao iluminar todo o salão fazendo minhas tochas se espalharem pelo local pude ver aquela criatura, impressionante e tenebrosa, cheia de olhos e bocas que se formavam e desapareciam em meio ao seu corpo gelatinoso, pensei ter chegado a uma câmara dos horrores, e estar tendo uma alucinação, quando o bicho veio em nossa direção e tentou atacar o Max, que conseguiu se livrar, e o atacou, apesar da aparência sinistra foi incrivelmente mais fácil matar esse ser do que os outros quatro que havíamos encontrado, com poucos golpes conseguimos acabar com ele, e depois de muito procurar, achamos nos restos mortais dele o bendito anel.
Depois de descansarmos um pouco abrigados naquela estranha caverna começamos nosso caminho de volta, para a cidade, e quando estávamos na floresta, onde havíamos encontrado os lobos anteriormente, um elfo, muito ágil, nos abordou, e roubou de Toti o anel que havíamos recuperado, dizendo que era o legitimo dono dele, tentamos combate-lo mas fomos facilmente derrotados, tentamos sem sucesso persegui-lo, mas ele era muito ágil, voltamos para Mormir derrotados e exaustos, ao chegarmos lá Toti se desentendeu com seu informante e por fim, foi mandado pelos superiores de sua organização devolta para Waltz, onde ele deveria passar um tempo cumprindo algumas obrigações.
Novamente derrotados, ficamos eu, Max e Chad, sentados na taverna, pensando em tudo que nos aconteceu e na partida de Toti, que era como um irmão para nós todos.
Alguns dias depois, já recuperados do incidente, um hafling chega até nós na taverna, diz que estava nos procurando, a mando de terceiros e que tinha informações que nos interessavam, depois de se apresentar como Hertz, contou-nos que como desconfiávamos, os orcs não tinham sido exterminados, mas entraram em acordo com os agentes da milícia, e estavam livres vagando pelo continente, ele tinha as localizações possíveis dos orcs, e nós juntamente com ele fomos investigar.
Depois de alguns dias de caminhada, e de não ter sucesso, em dois dos possíveis lugares, indicados no mapa estávamos, ficando desmotivados, e começando a crer que não os encontraríamos, quando ao nos aproximarmos do 3° local possível, nos encontramos com nossos inimigos, movidos pela raiva, lutamos sem pensar em nada, até que Max foi derrubado, num acesso de raiva selei seu destino, pois quando iam recuando acerte neles uma de minhas magias, e eles como resposta o mataram. Chad ensandecido, quis ir atrás do grupo todo sozinho, o que resultou em outra briga nossa, e acabei por vencê-la e desmaia-lo também. Sentindo-me culpado e com todo o peso sobre minhas costas, recusei-me a enterrar o Max, e então apareceu denovo aquele elfo que nos roubara antes, desta vez ele disse seu nome, era Abacate Moonrider, e ele me deu uma esperança disse que talvez poderia conseguir algo para reviver o Max, então embalsamei o corpo dele, e o coloquei em um apoio para que ele não apodrecesse com a umidade do solo. Depois de 5 dias o Abacate voltou com más noticias, não havia nada que ele poderia fazer pelo nosso amigo. Desolados, nos preparamos para enterrá-lo, enquanto fazíamos isso, apareceram 3 leopardos e começaram a nos atacar, lutamos com eles protegendo também o corpo de Max nesse ínterim também chegaram a nós um homem e uma mulher, ele um humano parte da milícia, e ela nitidamente uma bárbara, enquanto o homem nos explicava que tinha sido mandado através de sonho até nós, a bárbara se aproximou do corpo de Max já quase pronto para ser enterrado, e o tocou, neste momento uma grande luz, como se o sol tivesse se aproximado de nossos olhos invadiu todo o continente e então, a bárbara caiu morta e para nosso espanto, Max reviveu.
Felizes e espantados, resolvemos que iríamos novamente atrás dos orcs que tinham causado tudo aquilo. Andamos por muito tempo, até que em um local improvável, vimos um barco grande, que era vigiado por um orc. Ficamos ali por dias observando até que finalmente resolvemos que Chad e Max desceriam pelo paredão até o barco e veriam o que mais havia ali.
Enquanto eles desciam, e lutavam com os orcs que estavam no barco eu e Hertz ficamos em cima de uma arvore observando se não se aproximavam outros barcos ou se o grupo de orcs que estava vagando por Mormir não viria até ali.
Então quando Chad e Max entraram no barco eles apareceram, com cuidado para não sermos vistos eu e hertz nos preparamos para a batalha. Quando eles se aproximaram da borda do paredão para descerem até o barco soltei no Warchief dois mísseis mágicos, com o intuito de jogá-lo para baixo com o impacto, infelizmente ele era mais forte do que eu achava, e não caiu, ao invés disso ficou furioso, e mandou que seus comandados nos atacassem, e eles não pensaram duas vezes.
Encurralados em cima da arvore em que estávamos eu e Hertz nos protegemos em quanto conseguimos dos ataques deles derrubando os que tentavam subir na arvore e a usando de escudo contra o único arqueiro que eles possuíam, consegui matar um dos comandados dele enquanto este tentava subir na arvore, Hertz também matou um que ainda estava tentando ataca-lo, levei duas flechadas, e vi a situação ficar impraticável quando o mais forte deles (que agora eram apenas 5, sendo apenas um arqueiro, o Warchief, e 3 batedores) começou a golpear a arvore para derrubá-la.
Nesse momento tive o impulso de fazer um ato quase suicida, apontando a lança para baixo pulei do alto da arvore, sobre o orc que golpeava a arvore, ao fazê-lo ordenei que Hertz também pulasse na direção contrária e corresse para se salvar, minha tática deu certo matei o que estava golpeando a arvore, e assim que cai comecei a correr na direção contraria à de Hertz, então o Warchief, ordenou que os dois batedores restantes, fossem atrás do Hertz, enquanto ele e o Arqueiro focaram-se em mim, e começaram a me perseguir, como era bem mais ágil e mais leve que eles, me distanciei o suficiente para atacar novamente o arqueiro com meus mísseis mágicos e finalmente consegui mata-lo, mas o warchief estava muito próximo e nitidamente enfurecido.
Então voltei a correr sabendo que se ele me alcança-se eu morreria, assim que me distanciei o suficiente comecei a correr em uma parábola para alvejá-lo de um ângulo no qual ele não esperava, foi então que vi Rex, meu falcão que eu tinha mandado avisar Max e Chad voando acima de mim, nessa hora tive certeza que um deles viria até mim, eu estava certo, e quando comecei a me aproximar denovo do warchief, o vi engajado em um combate frenético com Chad, aproveitando da distração dele parti, em uma investida com a lança a frente, como um cavaleiro em uma disputa de Justas, minha tática deu certo, desferi um golpe mortal e o vendo cair dei o golpe de misericórdia, e arranquei-lhe a cabeça.
Naquele momento senti a glória da vitória, e o sabor amargo da vingança, completava-se ali aquela batalha que começou no alto do monte, e tinha tido tantas idas e vindas.
Não demoramos muito a voltar, mas tempo o suficiente para que eu recolhesse a bandeira que ele carregava, e Chad recolhesse a cabeça do orc, num ato que eu não entendi naquele momento, voltamos apressados julgando que Hertz precisaria de ajuda, e ao nos aproximarmos, do local anterior nos encontramos com Max e Hertz, nos esperando depois de matarem os dois orcs que estavam perseguindo Hertz.
Max quis ir até o Warchief, para pegar-lhe a armadura, que era de boa qualidade e assim o fez.
Cansados do combate acampamos ali mais uma noite e depois fomos até a cidade.
Lá finalmente entendi porque o Chad tinha recolhido a cabeça do Orc quando ele disse-me que iria ter com o rei, deixei que ele o fizesse, pois sabia de sua magoa com esse reino por causa de seu pai, e tendo apresentado ao rei, que 4 jovens fizeram o que 20 de seus homens não foram capazes de fazer, ganhamos o passe livre para seguirmos nos barcos para onde quiséssemos e assim o fizemos. Eu e Chad fomos a Krisla, Hertz foi a Waltz e Max ficou em Mormir para continuar os estudos com o ferreiro Baixinho.
E assim se passariam dois meses de calmaria...




Espero que tenham gostado...

Bjus Brain