sábado, agosto 30, 2008

RPG

Como prometido volto a postar as historias do jogo. A qe postarei hoje se passa depois da ultima que eu postei aqui, na verdade umas duas historias depois, como nao estou localizando as historias que existem no meio delas, vou postar essa mesmo, leiam e se divirtam.

O confronto nas aguas

“É estranho estar em um ambiente onde o diferente é você”

Depois da batalha e tendo o novo general assumido o Front, retornamos a Krisla para vermos nossas famílias, como sempre ao chegar lá recebemos através de Toti noticias estranhas, uma parte de Mormir tinha sido devastada por criaturas vindas do mar.

Como sempre também a sede por aventuras falou mais alto e fomos investigar.

Voltar a Mormir foi uma coisa meio nostálgica, principalmente quando chegamos na região destruída, e vimos aldeias inteiras dizimadas, a imagem da nossa vila e de nossos entes queridos invadiu minha mente, fiquei algum tempo para voltar a mim e me recuperar do choque vivido, mas assim que me recuperei nos colocamos a procurar, respostas para toda aquela destruição, e também quando encontramos de novo aquele elfo, a vontade que tivemos foi de matá-lo por causa do roubo do anel, mas não tivemos tempo disso, pois quando íamos confrontá-lo, um grupo de criaturas horrendas veio em nossa direção pelo outro lado. Não entendemos bem aquilo mas atacamos e uma batalha muito difícil acabamos vitoriosos.

Estranhamente o elfo nos ajudou, na batalha e acabamos conversando depois disso, ele nos mostrou por aonde as criaturas vinham e fez em nós uma magia e depois nos deu uma maçã que parecia possuir alguma espécie poder. Isso nos deu guelras e ele disse que era para que pudéssemos seguir a trilha deles, isso nos permitiu caminhar na água como se estivéssemos em terra, também permitiu-nos respirar, aquilo nos espantou totalmente, mas foi-nos bastante útil.

Resolvemos, por fim, ir atrás do que causava aquilo, após alguns metros de caminhada nos deparamos com outro grupo daquele de criaturas que meio espantadas, mas muito agressivas, travamos mais uma vez uma batalha sangrenta, e fomos vitoriosos de novo. Continuamos andando e achamos uma cidade dessas criaturas, dentro de uma caverna, obviamente vendo que não poderíamos nos confrontar com todos desviamos seguindo um outro caminho.

Estávamos confusos, pois aquela civilização não existia ali à pouco tempo ou então tamanha cidade não estaria construída, confusos mas determinados fomos atrás do que teria causado a repentina mudança de comportamento dessas criaturas. Num certo ponto confrontamos outro grupo do que subentendemos serem guardas da cidade, derrotamos eles e seguimos através de uma estreita passagem e ali nos deparamos com o pior desafio até então. Um peixe gigante que nos cegou, graças a uma glândula anexa que disparou um flash muito forte, o peixe quase engoliu Max vivo e ainda meio cegos atacamos ele com tudo, por fim ele soltou Max e fugiu, segundos depois enquanto nos recuperávamos outro ataque do mesmo peixe com o mesmo estilo, só que dessa vez foi Chad quem ele mordeu, novamente meio cegos atacamos ele com tudo e ele fugiu, atacou-nos uma terceira vez, dessa vez sem usar o flash pegou Chad de novo dessa vez atacamos com força total, e quando ele correu fomos atrás e Max acabou matando-o.

Após esse encontro estávamos quase mortos, mas ainda sem uma resposta concreta, atravessamos então mais uma passagem e saímos da caverna de frente para o que parecia um paredão rochoso, eu estava ficando sem magias de luz, e o local estava extremamente escuro de forma que caso essa acabasse estaríamos na escuridão completa.

Foi então que percebemos uma diferença a parede se movia, andamos por alguns minutos tentando dar a volta mas o movimento que era como o de pulsação nos intrigou, e o tamanho da criatura também, resolvemos então entrar nela, usando nossas armas abrimos um buraco no ser e entramos.

La dentro era como se fossemos bactérias penetrando um corpo, apavorados, com tudo aquilo nadamos e conseguimos chegar num ponto em que a correnteza tão forte até ali não existia quase e ali vimos algo incrível uma jaula de ossos tão grandes quanto um homem e tão resistentes quanto qualquer metal; dentro dela um enorme diamante emanava uma magia estranha.

Fui atraído por ela e de forma frenética abri um buraco na cela de ossos, e depois golpeei o diamante até quebrá-lo, foi então que senti uma presença muito boa, que como um espectro sussurrou um agradecimento para mim e finalmente uma tremenda explosão nos jogou para fora do monstro e da água e ao cairmos de novo na água, aquela criatura tinha desaparecido, a correnteza tinha acabado, as rochas desaparecido e no fundo uma cratera e no meio uma espécie de pilar de terra, e em cima dele um colar de pedras, peguei aquele colar pois estava intrigado com tudo o que havia acontecido.

Sem saber o que havia acontecido nadamos de volta para a terra com medo da duração daquela magia que nos mantinha vivos ali. Percebemos ao voltar que o relevo tinha sido todo destruído, as rochas e as criaturas que ali existiam foram dizimadas e só nós tínhamos sobrevivido a tudo aquilo, mas todo o relevo estava alterado e o nível do mar tinha baixado incrivelmente.

A correnteza que antes era um grande obstáculo entre os reinos havia cessado, mas ao chegarmos à praia estávamos exaustos apenas desmaiamos, acordamos horas depois tiramos as armaduras e estendemo-las logo em seguida catamos alguns peixes que estavam por ali acendemos uma fogueira e comemos.

Pouco tempo depois uma tropa da milícia nos descobriu ali e depois de uma discussão rápida, os enganamos dizendo que tínhamos sido atacados pelos seres do mar e que conseguimos fugir mandamos eles para a direção oposta a que seguiríamos e assim que se afastaram recolhemos nossas coisas e partimos.

Ao chegarmos no reino descobrimos que a explosão modificou todo o relevo e criou uma grande onda e um terremoto que destruiu os 3 portos que eram a única ligação entre os reinos. Intrigados ainda mais, e nos sentindo culpados por tudo aquilo passamos alguns dias ali, foi então que um senhor nos procurou para que levássemos um baú até Walts para ele, o único caminho possível era através do pântano.

Aceitamos o desafio mas colocamos como condição que ele nos desse tempo de concertar nossas armas e armaduras danificadas pelas batalhas na água a contra gosto mas sabendo que não tinha outra escolha ele aceitou as condições, e no dia combinado partimos em direção ao pântano amaldiçoado como era conhecido.





É isso, depois durante a semana que vem eu posto a cntinuação desa ou se achar, posto o interludio entre essa e a proxima.


Abraços Brain

segunda-feira, agosto 25, 2008

Eae galera,

Faz um tempo que não posto aqui, mas estou voltando, sei que já ameacei isso umas 4 ou 5 vezes, mas agora é pra valer, vou voltar a postar os contos de rpg que eu postava, assim como algumas criticas de filmes que assisti.

Por hoje o post é só pra deixar registrado a volta, vamos ver quanto tempo eu aguento.

Att.

Madness