quarta-feira, abril 26, 2006

Rpg denovo....

Eae galera blz eu to de boas... desculpem nao postar antes mas só tive tempo hoje entao vou colocar aqui a historia do meu personagem mais atual, ainda estamos jogando a campanha logo ainda virao muito mais historias espero que gostem


A triste história de Artemis Rainmaker


“Agora que estou morrendo, sinto saudades de tudo o que passou... E tristeza ela vida que ainda tinha pela frente... tudo parece um sonho, talvez o último, e também talvez o mais belo...”

Lembro-me bem de como era viver com meus pais no castelo de Krisla, minha mãe Luce Rainmaker, uma elfa de presença marcante, lindos olhos azuis, cabelos prateados quase brancos, um coração maior que o mundo e uma caridade muito grande... Lembro-me de como era paciente comigo quando começaram a se manifestar estranhas forças em meu corpo, quando a maioria me abandonaria ela me deu mais força...
Lembro-me também de meu padrasto, o Poderoso General Artorius Rainmaker, líder da cavalaria do reino de Krisla, responsável entre outras coisas pela segurança do Rei, amigo pessoal de sua Alteza e nobre membro da corte... Corte na qual vivi durante os primeiros 70 anos da minha vida...treinado como guerreiro, ensinado nas artes da lança e da cavalaria, apesar de não muito forte dominei bem a lança, e fiz dela uma companheira...
E foi então no meu aniversario de 70 anos que decidi partir, pois o incidente com o bolo me fez compreender que deveria me afastar da cidade para controlar meus poderes antes que machucasse alguém, sim ao soprar as velas do bolo, sem querer criei uma rajada de ar que o lançou janela a fora de forma que o perdemos de vista antes dele cair ao chão, muito envergonhado e preocupado, resolvi ir para a casa do meu tio, o também veterano de guerras Feliciano Rainmaker, um velho combatente que perdera um braço em uma batalha e se tornou alquimista a partir daí...
Apoiado mais uma vez por meus pais que aos prantos juraram não me abandonar e me asseguraram que sempre teria as portas abertas em sua casa para voltar... Eu sabia que seria difícil voltar, pelo menos até que controlasse meus poderes, não voltaria para não causar riscos à saúde deles...
No dia seguinte cheguei àquela pequena cidade no Reino de Mormir, uma vila pacata localizada ao sul da ilha, rodeada por verdes florestas, ali me estabeleci, tornei-me ajudante de meu tio aprendendo assim a fazer as poções alquímicas, que eram sua principal fonte de renda, todos os dias ia para floresta e passava boa parte do tempo livre lá treinando com a lança, meditando e tentando controlar meus poderes, aos poucos essa dedicação deu resultados e aos 90 anos já com total controle dos poderes e com a maestria aprimorada na lança surgiu para mim à oportunidade de viajar com mercadores pelas ilhas.
Incentivado por meu tio agarrei-me a oportunidade passando assim 20 anos viajando pelas três ilhas que compõe esse “continente” tinha vontade de conhecer o resto do mundo mas faltava à oportunidade, então cansado de viajar, me estabeleci novamente na cidade com meu tio...
Foi quando chegou à cidade um casal com um filho ainda pequeno chamado Toti, um garoto educado que se tornaria grande amigo meu...
Pouco depois também chegou a ilha um grande ferreiro que trazia seu filho consigo, o nome do garoto era Maximilan, e algo me dizia que esse garoto seria um grande guerreiro um dia...
Passados 5 anos da chegada dos dois à ilha chegou também um garoto chamado Chad e seu irmão Robert, que logo ficou conhecido como Bob, o amor dos dois era invejável e Chad cuidava de seu irmão como um pai cuida de um filho, e isso me trazia muitas lembranças boas...
Acompanhei o crescimento deles ajudei o pai de Maximilian a treinar seu filho, que possuía força inigualável, nas artes da guerra e no uso do machado que seu pai fizera para ele, tambem acompanhei a tragédia acontecer a Toti, quando seus pais ficaram gravemente doentes e ele desesperado acabou se envolvendo com organizações de ladrões, para poder sustentar seus pais apesar de não aprovar respeitei-o já que o motivo era bastante nobre e ele realmente parecia ser bom naquilo, principalmente por todo seu metodismo e organização, também acompanhei Chad, que se tornou dos meus melhores amigos com o tempo, e que aos 18 anos foi para milícia pois segundo o mesmo precisava buscar um sentido para a vida...

Um ano depois ele voltou e lá estávamos nós reunidos de novo, e felizes...
Foi então que passados alguns dias vimos vultos no alto da montanha, da qual a vila estava ao pé, e decidimos investigar; já tínhamos ouvido muitas historias, sobre assombrações e outras coisas que existiam no alto da montanha, mas realmente não acreditávamos nelas, movidos pela curiosidade resolvemos investigar e ao chegarmos ao começo da trilha, tamanho foi nosso espanto ao vermos Orcs, armados e organizados na trilha, no começo eram 5, enquanto subíamos encontramos mais 6 e um líder que acabou por derrubar Maximilian, que muito machucado, desmaiou e forçando-nos a escondê-lo na mata para seguir viagem, e então chegamos ao alto da montanha e nos confrontamos com um Orc, extremamente bem armado e inteligente, era chamado de warchief pelos outros e ele nos derrotou...

E assim chego a esse momento no qual deveria estar morto, mas estou vivo, pelo menos o suficiente para vê-lo se afastando enquanto, diz para que eu e meus companheiros ouçamos: “Poupei-os para que sintam o mesmo que senti há alguns anos...”
Intrigado, enraivecido e preocupado com o sentido daquelas palavras, me esforço até escapar das cordas e então vejo aquilo que temia, uma grande cortina de fumaça negra que ao seguir até a base percebo que vem da nossa vila agora em chamas, movido pela raiva Chad corre atrás do warchief e infelizmente sou obrigado a pará-lo, até por compreender que ele não sobreviveria a outro confronto...

Descemos a montanha com dificuldades, e levamos conosco Maximilian agora já acordado... E quando finalmente chegamos a nossa vila, o pior aconteceu, tudo destruído, todos mortos e mutilados, na entrada meu tio está pendurado em uma lança como um javali espetado esperando para ser assado e sobre ele uma placa com os dizeres: “este morreu tentando proteger o que era seu...” com muito pesar retiro-o dali e realizo o ritual de cremação exigido por Corellon Larethian, o Deus criador dos elfos... E sobre suas cinzas juro vingança, dias depois um pouco mais recuperados partimos para a cidade de Mormir, os quatro sobreviventes do massacre, decididos a conseguir meios de ter a nossa vingança finalmente... E certos de que de agora em diante tudo será diferente, inclusive nós mesmos...
Espero que tenham gostado
bjus Brain

sábado, abril 15, 2006

Remember Remember The Fifth november....

Kraleo, ate agora me arrepio... Fomos assistir na quarta o filme V de vingança e kra como akile filme eh bom... A trilha sonora mais tkoda a atmosfera do filme fazem vc ficar com os olhos pregados na tela pelas aproximadamente 2 horas de filme sem pensar nem prestar atenção em mais nada... o filme tem muita ação e um pouco de humor tem tambem um pouco de drama necessario para a ambientação da historia e de todo bom filme de ação... Fiquei o filme todo arrepiado nao consigo eleger uma parte que eu tenha preferido em verdade eu prefiro o filme completo...
Só tenho uma coisa mais a dizer sobre o filme: Assistam...

A semana foi curta mas foi boa... amanha eh dia de almoçar com a familia e sair com os amigos... vai ser legal jah que desde quinta que estou direto na igreja e esse ano mais que os outros estou feliz por ter feito isso... Eh isso ai depois da pascoa a vida recomeça espero que melhore ainda mais...


Bom vou deixar uma historia relativamente pequena minha o sobre nome desse pj eh hilario mas como tudo nas minhas historias tem um bom motivo...

Ethan Scaryface

Altura: 1,65 M
Peso: 60 Kg

Poucos anos tinha Ethan quando sua aldeia foi massacrada por um exercito que dizimou também todo o seu reino, vendido como escravo ainda aos 8 anos desde cedo teve que aprender a sobreviver sozinho enquanto era vendido como escravo, até que um nobre mercador comprou-o e passou a cria-lo como um filho, aos 12 anos foi mandado ao exercito para treinar nas artes da batalha.
Pequeno, mas muito forte, ele se identificou muito com lanças com uma em especial o Glefe, arma robusta de fácil manuseio e com uma lamina mortal, logo era um habilidoso guerreiro temido por muitos outros e aos 15 anos depois de um torneio ganhou esse apelido de Scaryface (o qual adotou como parte do nome já que não sabe seu sobrenome), quando ao manusear sua arma deixava os oponentes assustados com sua velocidade.
Aos 20 anos uma guerra atingiu seu reino e dessa vez Ethan foi chamado para lutar guerreiro hábil e detentor de estranhos poderes que lhe garantiram a sobrevivencia ate então, como da vez em que de suas mãos assustadas saíram poderosas flechas de energia que mataram seu oponente ou o toque elétrico que aprendeu a controlar adicionando assim aos seus ataques uma surpresa chocante(literalmente), e uma outra habilidade estranha que fazia os objetos brilharem bastante útil nas noites sem lua, Ethan se destacou na guerra e foi um dos braços direitos de seu general que chamava-se Marion e era também seu mentor nas artes da guerra... depois de 3 anos de batalhas e tendo seu exercito vencido, Marion declarou que o treinamento dele havia terminado e que então aos 23 anos Ethan era um homem livre e dono de sua própria sorte, Ethan comprou uma casa na floresta onde passou a fazer armas e poções conforme havia aprendido nos anos de guerra mas logo resolveu que sairia pelo mundo, então saiu de casa e foi buscar as aventuras que o destino lhe reserva...

Ele tenta no hoje vagando pelo mundo recuperar aquilo que perdeu em si mesmo, a crença nos homens...


Bom eh isso...
Boa pascoa pra todos!
Que Deus os abençoe sempre!

E muitos ovos de chocolate hauhauhauhauahua

Bjus Brain...

domingo, abril 02, 2006

Abacate Moonrider

O personagem que tem esse nome que esta no titulo, é o personagem do meu amigo Xuxo na aventura do Alex (a mesma do Niarb Paladino) e tipo é um dos unicos alem do Niarb que tem historia diferente... A historia foi escrita pelo proprio Xuxo que na minha opniao escreve infinitas vezes melhor que eu, portanto tenho certeza que gostarao dessa historia tb... To preparando mais umas aqui mas pra nao ficar fora de contexto depois vou colocar essa, até pq eu ia coloca-la aqui cedo ou tarde...

Eu estou bem, a semana foi boa o fds movimentado, pelomenos assim eu relaxo...


Espero que gostem da historia...



A PEQUENA HISTÓRIA DE ABACATE MOONRIDER


Abacate, desde que pode se lembrar, viveu às sombras de seu pai, o famoso Jormineos Carlacotos, um ranger de muito poder e grandes conquistas, segundo as histórias que circundam ha tempos pelas vilas e cidades. Impulsionado a se tornar algo semelhante ao que seu pai se tornara, e tendo incrível afinidade com a natureza, até mais que o comum para a grande maioria dos elfos, não foi grande a surpresa quando seus passos lhe guiaram na jornada de treinamento de um ranger, mais tarde. Seu pai teve grande parcela de culpa nisso, desde o início incentivando o filho cada vez mais a ser o que ele quisesse, ao contrário de sua mãe, que temia que o filho se tornasse o que o pai já havia se tornado: um marido e pai ausente.
Jormineos era aventureiro por natureza, e não descontinuou seu gosto por aventuras depois que se casou. Costumava sair em jornadas longas que duravam de 2 a 5 anos em média, onde enfrentava toda sorte de desafios. Depois de algum tempo retornava à casa, à mulher e ao filho, onde ficava por um curto tempo, normalmente de seis meses a um ano. Por isso a infância de Abacate foi bastante desprivilegiada, nesse ponto, por mais que sua mãe fizesse de tudo para educá-lo como mãe e pai ao mesmo tempo. Conforme crescia, a admiração por seu pai foi aumentando, mas em seu âmago também uma inquietação de querer provar ao pai que estava a altura dele e de seus companheiros de aventuras. Portanto, seu pai é uma constante em sua vida, já que é um parâmetro que define grande parte de seus objetivos, de uma forma ou outra.
Quando voltava, Jormineos costumava trazer para a vila todo o seu grupo de aventuras, que era muito bem recebido pela pequena população, uma vez que serviam de poderio militar, se os moradores assim necessitassem e também traziam um ar novo a um ambiente que não mudava muito. Gorffydid era um centauro que exercia grande fascínio em Abacate, por ser um ser imponente e muito sensato, como Abacate achava que um rei deveria ser. Gorffydid era também um filho da natureza, segundo o que se pode perceber, pois por vezes viu-o conversando com animais e contando com uma variedade de poderes naturais. Havia também um homem misterioso, Abruzzisi, que o pai de Abacate lhe dissera ser um homem incomparável quando se tratava de talentos mágicos. Jormineos contara muitas historias em que o clímax era uma tremenda guinada de sorte devido à astúcia e os truques de Abruzzisi. Mas o homem era extremamente quieto e reservado, afundado em livros e pergaminhos, de forma que Abacate nunca pôde conhecer muito dele, embora tenham convivido juntos umas centenas de dias. Outro deles era Hecartys, um homem do bem com quem Abacate sempre simpatizara. Esse agia como se fosse o líder do grupo, e quando Jormineos por vez ou outra lhe azucrinava a paciência, com a mania fingir não ter ouvido o que o companheiro havia dito ou discordar do que falava. Hecartys parecia sempre chateado com isso, como se não conseguisse impôr-se sobre seu companheiro como com os outros, embora parecesse levar tudo na brincadeira no final das contas. Embora teimoso e perseverante em debochar das ordens e conselhos de Hecartys, Abacate sempre soube quanta admiração seu pai nutria pelo paladino, que se destacava em todas as tarefas como se fosse um tipo de messias. Quando vinha à vila, Hecartys conquistava todos com seu jeito nobre de ser, agindo com sensibilidade ao invés da grosseria empregada quase constantemente por outros humanos, tão ambiciosos que não se davam muito bem com os elfos. E o último dos companheiros de viagem de Jormineos era uma elfa, Jandora, que vinha para a vila em todas as oportunidades, a visível contragosto da mãe de Abacate, que sentia um genuíno ciúme por ela. Sua mãe costumava lhe dizer que suspeitava que Jandora tinha um caso com Jormineos, mas nunca pode comprovar isso, e Abacate sempre lhe dizia que ela estava provavelmente exagerando, porque sabia que o amor que seus pais nutriam um pelo outro era muito forte e honesto. Jandora era a batedora do grupo, assim como Jormineos, mas nunca tão inventiva ou engenhosa quanto ele. Também era muito boa no quesito magia, mas não tão poderosa ou astuta como Abruzzisi. No quesito batalha era bastante equilibrada, mas não tão forte e habilidosa como Hecartys. Jandora constituía um termo balanceado na equipe, fazendo de tudo um pouco. Era uma feiticeira vivida, bastante ligada a natureza, de onde tirava sua magia, que era um dom bem-vindo, e talvez por isso fosse tão ligada a Jormineos. Se algo realmente chegou a acontecer entre os dois, Abacate nunca chegou a saber.
Abacate viveu toda a sua juventude na vila, como um de seus poucos guardiões, cuidando das raras ameaças que surgiam ao bem-estar das poucas famílias que ali viviam. Nos encontros com seu pai e seus amigos, que foram como tios para ele, Abacate aprendeu muito. Especialmente com Jandora e seu pai, que foram seus professores na arte do arco. Ouviu muitas histórias e por isso muitas das coisas que verá em sua vida de aventuras provavelmente não serão surpresa. Dedicou-se, depois de algum tempo, a fazer suas próprias flechas e a criar novos tipos de flechas, algumas das quais o pai aderiu às suas próprias aventuras, e que dizia ele tinham sido extremamente úteis em muitas situações.
Sua vida seguiu assim até que Abacate atingiu os 115 anos de existência. Foi com essa idade que seu pai sumiu, ninguém sabe se morto, capturado ou qualquer outra coisa, em uma de suas muitas aventuras, assim como Jandora. Nenhum dos outros três integrantes do grupo soube explicar o que aconteceu, parecendo ter lapsos de memória quanto ao que realmente acontecera. A mãe de Abacate logo deduziu que os dois tinham de alguma forma fugido para começar uma nova vida juntos, mas Abacate duvida muito disso. É um mistério que ele quer resolver, nem que tenha que arriscar a vida, enquanto trilha o seu caminho de ranger.
Abacate é ciente de que a vida tem seus próprios meios e algumas coisas estão fadadas a nunca acontecer. Ele já se convenceu de que não será alguém tão famoso como seu pai e que seu papel será provavelmente o de um colaborador silencioso e despercebido. Não tendo vontade, pelo menos até o momento, de se destacar, fica contente em apenas ajudar com elementos essenciais para que um objetivo maior seja realizado.
Agora, com 120 anos, atingindo a maioridade proposta pelo povo de sua vila, ele começa a sua jornada em busca daquilo que acredita ser o melhor para si.


PS.: nao estranhem as idades ele é um elfo soh atinge a idade adulta aos 150 anos.


Espero que tenham gostado comentem por favor...

Bjus Brain